Telejornalismo I

Conceito de notícia na TV

 

As mudanças. O Lead. Aplicação do NEWSMAKING na televisão. Tipos de reportagem de TV (apresentação de vídeos com reportagens do professor), segundo o Modelo Tuchman . Críticas ao modelo.

  • TRAQUINA, Nelson. Jornalismo: questões, teoria e estórias. Lisboa. Vega. 1993.
  • WOLF, Mauro. Teorias da comunicação. Lisboa. Presença. 2003.

Material

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Os críticos da TV

 

O preconceito intelectual com a televisão. As análises de Bordieu, Virilio e Baudrillard. Os dois modelos originais: britânico e americano. Os críticos americanos. Wolton e o elogio ao grande publico. A televisão levada a sério. Arlindo Machado e Guilherme Rezende.

 

  • MACHADO, Arlindo. A televisão levada a sério. S.P. Ed. Senac. 2001.
  • VIRILIO, Paul. A máquina de visão. R.J. José Olympio. 2002
  • BORDIEU, Pierre. Sobre a televisão. R.J. Zahar. 1997.
  • MANDER, Jerry. Four arguments for the elimination of television.United States of America: Perennial, 2002. Pg 13 a 4
  • BAUDRILLARD, Jean. Simulacros e simulações. Lisboa: Relógio D’água,1991 Pg 104 a 112.
  • WOLTON, Dominique. Elogio ao grande público:uma teoria crítica da televisão. São Paulo: Ática, 1996. Pg 64 a 81

Análise do discurso da telerreportagem

 

Análise do discurso da telerreportagem. O oral produzido ou a escrita oralizada. A polifonia. O verbal e o visual, na prevalência (ou não) do código icônico.

 

Textos:

  • WHITE, Ted. Broadcast news: writing, reporting, and producing. 3. ed. United States of America : Elsevier Science USA , 2002. Pg 13 a 47
  • REZENDE, Guilherme Jorge. Telejornalismo no Brasil: um perfil editorial. São Paulo: Summus editorial, 2000. Pg 42 a 101

Material

O texto na TV

O texto na TV. A divisão do roteiro da reportagem de TV. Offs, passagens, sonoras. O Stand up. O povo-fala. O espelho do telejornal. A linguagem das chamadas. A escalada.

 

Textos:

  • PATERNOSTRO, Vera ïris. O texto na TV: manual de telejornalismo. Rio de Janeiro: Campus, 1999. Pg 62 a 84 / 136 a 153]
  • BARBEIRO, Heródoto. Manual de telejornalismo. R.J. Campus. 2003.

Material

A produção de estereótipos na TV

A produção de estereótipos na TV. Os telejornais pautados pelo biográfico. A discussão sobre a identidade na pós-modernidade. A identidade editada pela imagem. A identidade em fractais.

 

Textos:

  • PENA, Felipe. ” O náufrado Kleber Bambam” IN: Televisão e Sociedade: do Big brother à TV universitária. Rio de Janeiro. Editora 7 Letras. 2002.
  • HALL, Stuart. A identidade cultural na pós-modernidade. R.J. Dp&ª 2000.
  • PENA, Felipe. Biografias em fractais: múltiplas identidades em redes flexíveis e inesgotáveis.
    Compós 2003

Material

O meio é a mensagem

O meio é a mensagem. A lógica do formato. As etapas da reportagem de TV. A noticiabilidade. Sonoras X entrevistas. O gatekeeper na TV. O agendamento.

 

Textos:

  • TRAQUINA, Nelson. O poder do jornalismo: análise e textos da teoria do agendamento. Coimbra: Minerva, 2000. Pg 77 a 95
  • VIZEU, Alfredo. Decidindo o que é notícia: os bastidores do telejornalismo. Porto Alegre. EDIPUCRS. 2000.
  • JESPERS, Jean Jacques. Jornalismo televisivo. Coimbra: Minerva, 1998. Pg 47 a 89

O modelo de Canclini

O modelo de Canclini. A comunicação como produção de classe. O telespectador insatiseito. A regulamentação. Os megaconglomerados de mídia. As televisões aternativas. TVs comunitárias e universitárias.

 

Textos:

  • PENA, Felipe. Estética, pluralidade e cidadania nas tevês universitárias. IN: Trama 3. Ed. Sette Letras. 2002.
  • BEZERRA, Wagner. Manual do telespectador insatisfeito. São Paulo: Summus editorial, 1999. Pg 51 a 76
  • CASTRIM, Mário. Televisão e censura. Porto: Campo das letras, 1996. Pg 7 a 21
  • CANCLINI, Nestor Garcia. As culturas populares no capitalismo.São Paulo. Brasiliense. 1982.
  • MORAES, Dênis. Planeta Mídia. Campo Grande. Letra Livre. 1998.

Material

O vocabulário de precedentes

O vocabulário de precedentes. A linguagem da tribo. As condições de produção. O esquema de Hall: decodificação dominante, opcional ou negociada. A audiência presumida. Deleuze e a apropriação do telespectador.

 

Textos:

  • VIZEU, Alfredo. Decidindo o que é notícia: os bastidores do telejornalismo. Porto Alegre. EDIPUCRS. 2000.
  • ___________________. A audiência presumida nas notícias no caso dos telejornais locais. R.J. ECO-UFRJ. Tese de doutorado. 2002.

A reportagem longa

 

O modelo 60 minutes. A pauta. Os personagens. O modelo aristotélico. A discussão ética.

 

Textos:

  • POSTMAN, Neil. How to watch TV news. . United States of America: Neil Postman and Steve Powers, 1992. Pg 2 a 25
  • STOVALL, James Glen. Web journalism: pratice and promise of a new medium. United States of America: Pearson Education, 2004. Pg 153 a 167

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A espetacularização da notícia

 

O lead substituído pelo espetáculo na reportagem de TV. As dramatizações no jornalismo. As reconstituições com atores. A sonorização. Os recursos plásticos da finalização.

 

Textos:

  • POPPER, Karl; CONDRY, John. Televisão:um perigo para a democracia. 2. Ed. Lisboa: Gradiva, 1999. Pg 14 a 31
  • PENA, Felipe. Celebridades e heróis no espetáculo da mídiaIN: Revista Brasileira de Ciências da Comunicação. Intercom. São Paulo. 2002.

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Cibercultura

 

Os estudos sobre a sociabilidade e a subjetividade. A comunicação virtual. As interfaces. O pos-humano. O gnosticismo. O imaginário tecnológico.

 

Textos:

  • FELINTO, Erick. Por uma crítica do imaginário tecnológico. Novas tecnologias e imagens da transcendência. R.J. cd-rom da Compós. 2002.
  • PENA, Felipe. A perna coxa da tecnologia: fantasias totalitárias dos náufragos da polissemia na cibercultura. 
    Intercom 2003
  • LÉVY, Pierre. Cibercultura. S.P. Ed.34. 1999
  • FRAGOSO, Suely & SILVA, Dinorá. Comunicação na cibercultura.São Leopoldo. Ed. Unisinos. 2001.
  • HAYLES, Katherine. How we became posthuman. Virtual bodies in cybernetics, literature and informatics. Chicago . Uiversity of Chicago Press. 1999.

Material

Televisão digital

 

Conceito. Lei. Aplicação. A interatividade. Os modelos existentes. A realidade aplicável. As fantasias.

Textos:

  • BERNARDO, Nuno. O guia prático da produção de televisão interactiva. Portugal: Centro Atlântico, Lda., 2002. Pg 16 a 27 / 102 a 123
  • JOHNSON, Steven. Cultura da Interface. R.J. Zahar. 2001.
  • PRIMO, Alex. ” Sistemas de Interação” . IN: FRAGOSO, Suely & SILVA, Dinorá. Comunicação na cibercultura. São Leopoldo. Ed. Unisinos. 2001.
  • SANTOS, Adriana. Reflexões sobre a convergência tecnológica: a TV digital interativa no Brasil. In: www.bocc.ubi.pt 2003.

Telejornalismo online

 

Conceito. Aplicações. Modelos existentes. Interfaces. Possibilidades de edição. Estudo de casos.

 

Textos:

  • Pena, Felipe. Fantasias da interatividade. A TV digital nas fantasias do telejornal on line.
  • MORETZSOHN, Sylvia. Considerações sobre o óbvio surpreendente. IN: www.observatoriodaimprensa.com.br 2/12/2003 .
  • VILCHES, Lorenzo. A migração digital. R.J. Loyola. 2001.

Elaboração de um telejornal online